Dúvidas frequentes

1. Quem faz tratamento psicológico tem algum tipo de doença?

Na maioria das vezes, não. Este é um mito que se estabeleceu em torno do tratamento psicológico. As pessoas que procuram psicoterapia, em geral, precisam reorganizar sua forma de perceber o mundo que as cerca, a partir de um entendimento de si mesmas e do ambiente no qual está inserida, não havendo ligação direta com alguma doença mental.

2. O paciente poderá ficar dependente da psicoterapia?

Não. O psicoterapeuta tem a função de, através da fala do paciente, auxiliá-lo a pensar sobre as informações trazidas e a ressignificá-las, de forma que ele consiga resolver, sozinho, suas próprias questões. A ideia principal é proporcionar a formação de recursos para que o paciente enfrente as adversidades da vida de maneira independente e diminua o sofrimento psíquico no qual se encontra.

3. Outras pessoas saberão o que foi dito durante a sessão de psicoterapia?

Não, isso não é permitido. Como norma do Conselho de Ética do Psicólogo, os atendimentos são realizados sob sigilo, ou seja,nada do que é dito em consulta poderá ser revelado pelo(a) psicólogo(a) a terceiros.

4. Como escolher o psicoterapeuta?

Essa escolha é muito importante, pois trata-se de uma situação na qual o terapeuta compartilha das informações sobre a história de vida do paciente. Para tanto, faz-se necessário que se estabeleça um vínculo de confiança entre ambos. A primeira sessão serve não só para esclarecimentos gerais sobre o tratamento, mas também para que se conheçam, para que o paciente avalie o ambiente, perceba se houve, ou não, empatia com o terapeuta, se a linha de abordagem seguida pelo psicólogo faz sentido para ele; enfim, se está confortável em ser atendido por aquele profissional.

 

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